julho
Ronaldo Pelli - Escritor, jornalista e relações públicas, infelizmente, não nessa ordem. Já viu muita sujeira lavando louça como escravinho fora do país, encarando o duro cotidiano da editoria Rio do G1 e em departamentos de marketing de multinacionais.
Como jornalista, recebeu umas e outras recompensas. Mas é como escritor que espera ganhar a vida. Já lançou, tradicionalmente, uma coletânea de contos – que pode ser lida aqui e comprada aqui – e prepara outros livros.
Além disso, sabe fazer cerveja em casa, toca (mal) bateria, tem um blogue e estuda filosofia e arte, numa pós-graduação.
Anderson Clayton – O cara mais legal do mundo. Nunca consegue dizer não. É quem responde pela parte tecnológica daqui.
Thiago Facina – Apesar de ter diversos predicados, como ter sido responsável pelo layout desse site, pediu para ser lembrado por suas fotos.
Aline Marfori – fez a revisão de todo o texto. Contato dela aqui.
REFERÊNCIAS / REVERÊNCIAS
O site pega emprestado, também, algumas ideias de outros lugares, claro. Nós não acreditamos que estamos inventando a roda. Algumas referências são mais óbvias, outras podem estar dentro do inconsciente de cada um. A lista vai ser sempre acrescida, principalmente porque o site em si é mutante e pode ser modificado a partir de novidades vistas por aí. Até agora, quem nos inspirou, foi:
- Cardoso Online (o COL) – fanzine on-line baseado (sem trocadilho) no Rio Grande do Sul, de onde saíram, entre outros, Daniel Galera, Daniel Pellizari, o próprio Cardoso e Clarah Averbuck.
- Mil Casmurros – Leitura coletiva de Machado de Assis, idealizada por Ian Black. Ou, como o site se autointitula: “Site da ação de Mil Casmurros, para o lançamento de Capitu, minissérie da Rede Globo baseada na obra Dom Casmurro, de Machado de Assis.”
- Enter – Antologia Digital – Reunião de nomes interessantes da internet, nessa coletânea organizada pela Heloísa Buarque de Hollanda.
- Liberal, Libertário, Libertino – Alex Castro mostrou, ao lançar o seu “Mulher de um homem só”, que é possível vender livros utilizando ferramentas como o seu próprio blog, um dos mais acessados no país.
- Killing Travis – Ana Paula Maia demonstrou que a história, se boa, sobrevive em qualquer ambiente.
- Descolagem – Projeto do Beto Largman que tenta pensar as chamadas “novas mídias”, que nem são tão novas assim, para além dos seus usos tradicionais.


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